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2 de nov. de 2011

Delícia de Halloween

(by ♥Lucy♥)

Era noite do dia 31 de outubro. Desde o inusitado episódio ocorrido neste mesmo dia, mas há dez anos, eu não saía de casa nesta data. Contudo, depois de reiterados convites das minhas tão queridas amigas, não consegui me esquivar em ir à festa de Halloween.

Ao abrir o meu guarda-roupa, deparei-me com o lindo traje que eu havia usado naquele fatídico dia e, automaticamente, todas as lembranças voltaram à minha cabeça. Lembrei-me de haver encontrado o homem mais lindo que eu havia conhecido, portador de uma sensualidade tão grande que fez os pelos do meu corpo se arrepiarem apenas com um olhar.



Ele possuía a boca mais espetacular do universo, a voz encantadora e um olhar hipnotizante, profundo, mas em certo instante, seus maravilhosos olhos verdes tornaram-se vermelhos e, então, vivenciei os momentos mais frenéticos, intensos e maravilhosos de amor que uma mulher poderia almejar. Depois, tudo se apagou da minha mente e, ao acordar no hospital, fui informada de que havia adquirido uma estranha infecção que quase me levou à óbito, não fossem os insistentes cuidados do Dr. Mark Sloan e também a resistência do meu corpo em aceitar uma quantidade inacreditável de transfusão de sangue.



Senti-me tonta e aproximei-me da janela em busca de ar. Refeita dessa súbita lembrança do passado, fui até o meu baú, decidida a vestir algum tipo de fantasia. Optei pela de bruxa que consistia em um vestido preto de alças, com decote em V, a barra repicada e que emoldurava o meu corpo. Era uma roupa discreta, bem ao estilo que eu queria para aquele momento. Quando já ia saindo, lembrei-me de colocar um lenço em volta do meu pescoço, pois não queria dar vazão em adquirir, novamente, aquele desconhecido vírus que me fez ter tantas alucinações. Confesso que o lenço não ficou tão bem, mas como era uma festa à fantasia, as pessoas iriam pensar que fazia parte daquele pitoresco contexto.


Ao chegar à festa, as minhas amigas me receberam com uma imensa alegria. O salão estava repleto de pessoas fantasiadas, todas muito alegres, a festa estava esfuziante. Passados uns quinze minutos, comecei a ter uma sensação de que estava sendo observada, mas não consegui encontrar quem era o observador. Achei que fosse coisa da minha cabeça, talvez algum resquício de síndrome do pânico da situação de outrora. Resolvi pegar uma bebida, pois apesar de não ser muito ligada a bebidas, certamente aquela iria me acalmar, fazer esquecer aqueles receios.


Quando fui dar o primeiro gole, um homem alto, moreno, aproximou-se de mim e retirou o copo de minha mão. Ele estava fantasiado de lobo, tinha o corpo coberto por uma fantasia recheada de pelos, mas o seu rosto estava descoberto. Ele era muito bonito, tinha um olhar terno. Ele me disse que aquela não era uma hora para beber, mas que certamente seria um bom momento para uma dança. Ele sorriu e o seu sorriso tinha certa inocência, ele passava uma confiança grande.


Ele foi me puxando até o meio do salão, onde as pessoas dançavam e, colando o seu corpo ao meu, me embalou ao ritmo da música que tocava. Foram momentos muito prazerosos, mas após vinte minutos de dança, voltei a ter a sensação de que alguém estava me observando. Foi quando Alcide (esse era o seu nome) sussurrou em meu ouvido que eu deveria voltar a minha casa e não permitir que ninguém entrasse lá, conhecido ou não, pois o mal sabe se disfarçar, tem muitas faces. Eu ri, achei aquela frase de certo humor negro, mas que se encaixava à ocasião. Todavia, ele olhou nos meus olhos e, nesse momento, percebi que algo realmente estava errado.



Ele começou a suar e senti a sua musculatura ficando mais rígida. Disse-me que tínhamos que ir embora, pois seus instintos estavam prenunciando a presença de criaturas perniciosas. Por mais estranho que fosse, acreditava no que ele estava falando. Estava disposta a sair com ele quando, de repente, começou um grande tumulto na festa, os indivíduos se estranhavam e discutiam, batiam uns nos outros. Até como um modo de defesa, as pessoas que não estavam dispostas a entrar na discussão começaram a se amontoar num canto, dando início a um grande empurra-empurra que acabou fazendo com que eu me perdesse de Alcide. Ainda procurei-o por alguns instantes, mas não consegui mais localizá-lo. Resolvi que já era hora mesmo de ir embora, mormente porque depois daquela arruaça, nem havia clima para se festejar algo.

Estava saindo do salão quando uma de minhas amigas se aproximou de mim e, vendo que eu estava mesmo disposta a voltar para casa, disse-me que achava melhor se eu não fosse sozinha. Como ela queria continuar na festa, apresentou-me dois amigos que, segundo ela, faziam questão de me acompanhar. Seus nomes eram: Bill e Eric e fantasiavam-se de vampiros.




Fomos caminhando para casa, sendo ladeada pelos dois rapazes. Eles eram dois homens muito bonitos, tinham um olhar que causava grande fascínio em mim, não conseguia deixar de olhá-los. Eric era alto, corpo bem atlético, loiro, tinha o tipo físico que eu adorava quando era adolescente, como os garotos que surfavam e desfilavam o brilho do sol em seus cabelos. Bill, de outro lado, tinha os cabelos castanhos e olhos muito expressivos, parecia mais maduro, sentia-me ligeiramente mais atraída por ele. Entretanto, havia um clima tão grande de sedução no olhar, na boca, nos corpos desses dois rapazes que acho que nenhuma garota conseguiria resistir aos seus encantos.


Em certo instante, Eric envolveu minha cintura com seus braços, pegando-me por trás, enquanto Bill tocou meu rosto e cabelos com suas mãos. Senti o meu coração descompassar, acelerar. Fiquei nervosa com aquela situação, com aqueles dois homens tão lindos e charmosos me cobiçando, naquela rua erma e escura. Tentava me desvencilhar daquelas mãos sedutoras, sem causar mais constrangimento, pois eles eram amigos da minha amiga, deveria estar havendo algum mal entendido. Quando percebi que os avanços estavam ficando mais quentes, tentei empurrá-los com toda a força que eu tinha, mas isso não fez sequer com que eles movessem um músculo do lugar.

Fiquei aflita, não sabia como iria conseguir sair daquela situação. De súbito, ouvi altos uivos e, virando o rosto para o lado esquerdo, vi que em nossa direção estavam se aproximando três lobos enfurecidos. Pensei que havia chegado o meu fim. Bill e Eric ficaram à minha frente, como se estivessem me protegendo. De repente, para minha estupefação, o lobo que estava à frente transformou-se no Alcide que, completamente desnudo, olhou fixamente para mim e só teve tempo para dizer para eu correr e não parar. Em seguimento, retornou ao estado animal e avançou, com outros lobos, em direção aos rapazes. Eu já ia sair correndo, quando Eric segurou firme a minha mão e, nesse instante, vi duas presas acrescerem de seus dentes. Fiquei perplexa, tudo aquilo acontecendo novamente, a história de vampiros, não poderia ser. Um dos lobos pulou sobre Eric que, por uma tendência natural, largou a minha mão para se defender, momento em que aproveitei para fugir.


Eu estava aterrorizada, tonta, nauseada, achava que estava tendo mais alucinações. Só queria ir a minha residência o mais rápido possível e me entupir de calmantes. Quando eu estava a três quarteirões da minha casa eu parei, exausta, já não tinha mais fôlego para correr. Sabia que não podia parar, mas o terror das últimas cenas havia esgotado todas as minhas forças. Abaixei a minha cabeça e comecei a chorar em desespero, ali mesmo na rua. Após alguns segundos, como por encanto, um carro estacionou bem à frente onde eu estava. Só ouvi a voz do homem que o conduzia, perguntando-me se eu gostaria de uma carona.



A voz... Sim, parecia-me que eu já a conhecia. Era uma voz suave, mas firme, era música aos meus ouvidos. Ele saiu do carro e abriu a porta, oferecendo-me ajuda. Impulsivamente, olhei para o rapaz e me maravilhei com aquela imagem: ele era alto, másculo, os cabelos estavam soltos, aloirados. Os olhos eram cor de mel, mas a intensidade daquele olhar também me era muito familiar. Tudo nele era muito fascinante. Estranhamente, meu corpo deu uma sacudida e renovou-se. Não deu tempo para pensar em nada, apenas assenti ao convite e entrei no carro. Eu imaginei que se todo o contexto havia sido apenas alucinação, já que lobisomens e vampiros não existem, então também aquele homem era fruto da minha imaginação. Mas ele era tão doce, gentil. Ao seu lado, sentindo o meu corpo fervendo de desejo, sentia-me forte, estranhamente em paz.



Eu não conseguia deixar de olhar para ele, a química entre nós era potente, a nossa sintonia era total. Tudo o que eu estava sentindo me levava a recordar o que houvera sentido no outro 31 de outubro, quando ‘supostamente’ havia encontrado o tal vampiro. Eles eram absolutamente iguais, a minha imaginação estava novamente brincando comigo. No entanto, o homem que me acompanhava era mais maduro, seus cabelos mais claros e olhos tinham cor de mel. Contudo, o olhar era o mesmo, profundo, intenso. E a boca, ah, a boca era idêntica. Não entendia como poderia ter havido essas transformações, mas eu estava quase certa de que poderia se tratar da mesma pessoa.


Chegamos a minha casa e ele me acompanhou até a porta. Eu abri a porta, entrei e fiquei olhando para ele, estagnado do lado de fora. Ele me encarou e foi como se entrasse dentre mim, apenas com o seu olhar. Em ato contínuo, ele abaixou os olhos e finalmente revelou os seus olhos verdes, que estavam escondidos sobre lentes de contato cor de mel. Todas as minhas dúvidas dissiparam-se: era ele mesmo!


Ele sorriu e falou que eu continuava deliciosamente linda e que havia sentido muito a minha falta. Explicou-me que não queria me assustar, mas não aguentava mais a minha ausência em sua vida. Disse que aos vampiros é dada a oportunidade de envelhecer ou rejuvenescer, conforme o intento de cada um e que, da sua forma atual, sentia-se mais viril, mais adequado para me acompanhar. Sua pele, não mais empalidecida, era fruto de um suave bronzeamento artificial que o fazia ficar mais parecido aos mortais.

Enfim, ele falava com muita doçura e o meu coração parecia que ia explodir. Seus olhos me fitavam com desejo, eu podia sentir e ver em seu corpo o desejo tomar conta dele, por inteiro. Ele ia me explicando tudo o que eu precisava saber para sanar as minhas dúvidas, mas na verdade, eu só queria correr para abraçá-lo, sentir a sua boca tocar os meus lábios, a minha pele. Meus hormônios estavam em ebulição, meu sangue fervia, eu estava completamente inebriada com tantas emoções. Finalmente, e com muita seriedade, ele me disse que aquela poderia ser a última vez que eu o veria ou, então, seria o início de uma nova vida para mim ao lado dele. Tudo o que ele precisava saber é se eu o convidava para entrar em minha casa.

Eu tinha conhecimento de que ele precisava da minha autorização para ingressar em meu lar. Lembrei-me do conselho de Alcide, entendi o que ele queria me dizer. Sabia que estava correndo um perigo extremo, mas tinha certeza de que desse perigo eu não queria mais escapar... De forma resoluta, disse um sôfrego “sim” e, no instante imediatamente posterior, ele me enlaçou em seus braços e nos levitou até as margens de uma formosa prainha, foi como num piscar de olhos.Todavia, não tive medo, sentia-me inexplicavelmente segura, feliz, como se tivesse finalmente encontrado o meu lugar, o meu destino.

Ele me beijou com ardor, meu corpo inteiro estremeceu, amoleceu. Em seguida, ele retirou sua camisa, revelando seu peito másculo e braços fortes e, então, eu removi o lenço do meu pescoço e entreguei-me a ele, de corpo e alma.
Ele beijou o meu corpo inteiro, começando pela boca. Quando beijou o meu pescoço, preparei-me para receber a sua mordida, mas ele se conteve e, em ato contínuo, abriu o zíper do meu vestido, fazendo-o cair ao chão, deixando-me tão somente de calcinha. Iniciou uma sessão de beijos e carícias com a língua em meus seios enturgecidos, enquanto retirava a minha única peça de roupa, apertando a parte interna das minhas coxas, o que me fez soltar gemidos incontroláveis de prazer. Depois, voltou-se ao meu ventre, indo até a minha genitália, onde se demorou, deleitando-me, torturando-me, fazendo crescer em mim a ânsia por tê-lo por completo em meu corpo.



A cada beijo, carícia e toque dele, tudo ficava mais luxuriante. Sentia-me completamente abrasada e, em continuidade, comecei também a oferecer-lhe mais prazer. Urgia sentir o sabor de seu corpo e, naturalmente, busquei o seu membro já ereto. Era a primeira vez que fazia aquilo, não havia tido muitos namorados e, na verdade, nunca havia me sentido à vontade para isso. Mas, dessa vez, a minha sede surgiu naturalmente, incontrolavelmente. À medida que o sugava, com vigor, olhava em seus olhos e via o seu corpo em absoluto êxtase. Incontido, ele parecia buscar o ar, se contraia, sorria, seus olhos aprovavam a minha iniciativa. De repente, ele segurou os meus braços e inverteu a posição, deixando-me por baixo. Olhou-me com um carinho tão grande que me fez sentir como se eu fosse a dona do mundo, a sua dona.

Ele estava ousado, sentia em seus movimentos o explodir da voluptuosidade que delatava o seu desejo de devorar-me sem mais demora. Ele afastou as minhas pernas, enlaçando-as com as dele e, enquanto me beijava vorazmente, pressionou o seu membro contra a minha intimidade. Foi a maior e mais completa sensação de prazer e união que eu havia sentido, algo inimaginável. Estávamos conectados, éramos um só dançando freneticamente, lascivamente sob a luz tímida da lua. Ao final, quando o sol já estava para nascer, absolutamente exauridos, deixamos os nossos corpos cair ao sabor da gravidade, momento em que recostei a minha cabeça em seu peito tão gostoso. Não podia acreditar que toda aquela magia estava acontecendo na minha vida: havia achado alguém que me completava, que acrescia felicidade a minha vida, um homem que havia me encontrado e esperado pacientemente por mim.

Passado uns instantes, ele olhou-me de forma amável e suplicante e eu compreendi que chegara o momento, ele não conseguia mais controlar o seu instinto, a necessidade de adicionar a minha alma a dele gritava em seu íntimo. Ele passou carinhosamente a mão sobre o meu cabelo, eu sabia que buscava o meu pescoço. Murmurou, mais uma vez, se eu estava certa da minha decisão. Eu sorri para ele e falei que não tinha mais medo, nem dúvidas, havia encontrado o meu grande e eterno amor.



Senti os seus dentes cravarem fundo a minha carne, num misto de dor e paixão. Então, eu compreendi que não haveria mais sofrimento, dor, nem medo em minha vida. Eu percebi que, a partir daquele instante, eu seria feliz para todo o sempre... ♥


~~~FIM~~~


Pois é, amigas gerryanas,
espero que tenham gostado e se divertido com a mini-fic.
Como já fazia muito tempo que eu não escrevia nada, e acabamos de passar pelo Halloween, tive essa idéia e achei que merecia tb tirar umas casquinhas com o Sloan, Bill, o Eric e o Alcide...


É a aplicação da velha regra:
já que não dá pra vivenciar,
vamos sonhar alto que ainda é permitido!



Mas, para mim, o Gerry sempre esteve
e estará no topo:
é o homem mais sedutor
e maravilhosamente lindo do universo!!!



Mil e um beijinhos, recheadinhos de carinho,
da
♥Lucy♥



25 de mar. de 2009

Cena deletada de RNR

Passei só pra deixar esse mimo para vocês:

16 de dez. de 2008

UM CONTO DE NATAL

Já deixei de acreditar em Papai Noel a muitos anos e prá ser bem sincera não sou muito fã dessa data.
Mais apesar de não gostar de Natal, fui fazer a minha boa ação do ano de levar os meus 4 priminhos pequenos ao shopping para ver o Papai Noel.
Uma fila imensa com milhares de crianças ansiosas para sentar no colo do bom velhinho e fazer o seu pedido de presente.
Após quase 2 horas de fila começa então a chegar a minha vez, ou melhor, a vez dos meus primos.
Até aquele momento eu não havia reparado no bom velhinho pois haviam várias cabeças que me impediam de ter uma melhor visão.

Mais ou menos uns 10 minutos depois os meus olhos se encontraram com os olhos do Papai Noel, para a minha total surpresa os olhos eram de um verde hipnotizantes e tão profundos que senti até um frio na barriga.
Comecei então a reparar em seus traços, percebi que ele era jovem e apesar da longa barba falsa e da roupa com enchimento, ele parecia ser bem atraente.
Nesse momento senti uma vontade louca de sentar em seu colo.
Ao chegar a nossa vez os meus primos fizeram os pedidos de presentes e ao final eu teria que preencher um cupom para que eles pudessem concorrer a um presente que o shopping iria sortear.
Ao entregar o cupom para o bom velhinho com todos os meus dados(que a essa altura não era mais nem tão velhinho e muito menos bom pois ele me olhava com olhos de cobiça e eu retribuía todos os olhares com imensa satisfação) ele pegou na minha mão e uma onda elétrica passou pelo meu corpo e um fogo se alojou em meu ventre.
Sai do shopping com 4 crianças excitadíssimas por ter visto o Papai Noel, mais na verdade quem estava excitada era eu pois a essa altura já me imaginava rasgando aquela roupa vermelha e deixando ele somente com o gorrinho vermelho.
Levei a criançada para casa, deixei cada uma em seu devido lugar e voltei para casa.
Trabalhei um pouco para ver se esquecia a imagem daqueles olhos que ainda me atormentavam.
Rolava na cama de um lado para o outro quando o meu celular tocou.
Atendi e uma voz grave e sensual disse meu nome.
Perguntei quem era e ele com uma risada divertida me perguntou se eu já havia esquecido do presente que eu havia pedido de natal.
Nesse momento o meu corpo inteiro se acendeu, não sabia o que dizer mais nem precisei pois ele se adiantou e me pediu para encontrá-lo na frente do shopping aonde havíamos nos conhecido em 1 hora.
Desliguei o celular tremula e fui me arrumar.
Cheguei na frente do shopping, a rua estava escura e deserta, confesso que já estava ficando com medo quando de repende um homem alto bateu no vidro do meu carro.
Juro que nem mesmo em minhas fantasias mais perfeitas eu imaginaria semelhante perfeição, ele era alto, forte e lindo, de uma beleza ao mesmo tempo máscula e angelical.
Sai do carro e ele me enlaçou pela cintura e me beijou meus pés saíram do chão, meu corpo flutuava como se eu estivesse no céu mais ao mesmo tempo o meu corpo queimava como se ele estivesse mergulhado no fogo do inferno.
Aquele beijo durou uma eternidade.
Sem aviso ele me jogou em cima do capô do meu carro e beijou o meu pescoço, o meu colo, tomou os meus seios em suas mãos e em uma ânsia louca começou a sugar os meus mamilos com uma urgência animal.
Naquele momento me esqueci de tudo, só queria sentir aquilo tudo dentro de mim
Ele me virou de costas me apoiou no carro, levantou a minha saia e me penetrou por trás, naquela dança frenética ele mordia as minhas costas e puxava cada vez mais os meus quadris e meu cabelo.
E quando eu estava quase tendo o melhor e mais louco orgasmo da minha vida ele me virou de frente e chegamos ao ápice juntos um olhando nos olhos do outro.
Passado algum tempo, quando os nossos batimentos voltaram ao normal eu me recompus e ele me puxou pela mão, pegou as chaves do meu carro, me colocou no banco do passageiro.
Entrou, ligou o carro, olhou para mim e disse com o sorriso mais malicioso do mundo.
A propósito o meu nome é Gerard, mais pode me chamar de Gerry.

E fomos para o apartamento dele aonde continuamos a melhor noite da minha vida.
E adivinha???
Ápartir desse dia eu acredito em Papai Noel e adoro o natal.

9 de dez. de 2008

Meu destino é pecar...

Meu destino é pecar...
(by Lucy)




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Amigas, necessito da ajuda de todas,
pois algo ocorreu em minha vida,
que me fez ficar completamente perdida em alucinações insanas...
Vou lhes contar o que tem torturado o meu corpo e aprisionado a minha alma,
esperando poder encontrar a salvação nos comentários de vocês!



Desde menina, eu sempre fui muito devotada a minha religião, indo regularmente assistir às missas, além de participar das reuniões da Igreja.
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Contudo, há um ano estava afastada das liturgias devido a vicissitudes que têm me deixado sem tempo algum para professar a minha crença.
Foi então, que no último domingo, sentindo-me muito solitária, resolvi ir à Igreja bem cedinho. Como sempre fazia, primeiro fui à sala de reunião para rever o Padre Toninho. Lá chegando, fui informada de que ele havia sido enviado à Roma para participar de certas festividades religiosas, mas que em seu lugar havia sido convocado um outro padre, que estava sendo muito bem acolhido por todos os que ali buscavam palavras de conforto e que as beatas já o haviam aceitado completamente.
Então, me desloquei para a parte de trás da Igreja, onde se encontrava o novo Padre. Aquela região não era de acesso livre a todos os congregados, uma vez que era privativa para os afazeres e lazeres do padre, mas como eu já fazia parte dos associados há muito tempo, a minha entrada ali era permitida.
Logo o avistei e me dirige a ele para apresentar-me e lhe dar as boas vindas.
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Ainda hoje me recordo de sua imagem: estava trajando bermudas jeans e chinelos e suas mãos estavam sujas de terra, já que ele estava arrumando o jardim. Ao perceber a minha presença, ele virou-se a mim e se apresentou, dizendo:
“- Bom dia! Eu sou o novo padre, espero que não se incomode de eu estar mexendo no jardim do Padre Toninho, mas eu gosto muito de lidar com a natureza e tenho boas mãos para isso.”


Aquele olhar... PhotobucketSeus olhos verdes pareciam adentrar a minha alma numa profundidade que eu jamais havia sentido. Senti o meu corpo inteiro ser invadido por ele e um arrepio percorreu toda a minha pele...

- “Aliás, se você não se incomodar, vamos ali ao lavabo, quero lavar as mãos para cumprimentá-la do modo como se deve” – falando isso, ele mostrou-me as mãos sujas, abrindo um sorriso encantador, e fomos até ao lado, aonde se encontrava a pia.
Ah, aquelas mãos, naquele instante tudo o que esperava era realmente poder tocá-las, acariciá-las levemente, sentir o contato de sua pele na minha. Notava-se que eram mãos grandes, mas também o Padre tinha uma altura e musculatura invejáveis. Sim, sabia que aquelas mãos, por certo, fariam aquele jardim florescer, e imaginei o quanto aquelas mãos poderiam fazer em meu corpo sedento por aquele contato...

Primeiramente, ele lavou suas mãos e, em seguida, jogou água abundante sob o seu rosto e cabelo. Depois, passou a pequena toalha sob o seu rosto, sob a barba macia que estava me enlouquecendo, e sob seus cabelos ligeiramente desgrenhados... Aquela barba o deixava com um jeito muito másculo, fazia com que a sensualidade extrapolasse de seus poros, contrastando com o sorriso jovial que despontava de seus lábios.

Ao se enxugar, o padre levantou os seus braços, e não pude deixar de admirar como eles eram fortes, robustos. A água de seus cabelos havia escorrido para todo o seu peito imponente e seu abdômen atlético. A minha vontade era de secar tudo com a minha língua, pois a cada movimento que o padre fazia, fervia em mim a vontade de tocá-lo.
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Após secar-se, o padre colocou a sua camisa e me estendeu a mão, para se apresentar:
- “Sou o Padre Butler, muito prazer em conhecê-la.”



Confesso que hesitei por alguns segundos em grudar a minha mão na dele. Não sabia se iria conseguir segurar o fogo que me invadia o útero, mas, polidamente, consegui me apresentar.

Ele, então, passou a me contar a sua vida, com uma simpatia contagiante e um ótimo humor. Deixei-me envolver pela conversa que estava muito empolgante, parecíamos íntimos pela proximidade com a qual estávamos dialogando. Contudo, mesmo sabendo que não deveria ter esses pensamentos, não conseguia deixar de olhar para a boca do Padre Butler. Não sei dizer bem o que me causava tal perturbação, mas fiquei com uma fixação demente por sua boca e pelo biquinho que, de tempos em tempos, ele fazia com seus lábios macios. Nunca havia sentido tanta vontade de beijar alguém como estava sentindo naquele momento, aqueles lábios e seu jeitinho de falar me conquistaram em definitivo.
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A certa altura de nossa conversa, Padre Butler me levou de volta ao pequeno jardim para apanhar os utensílios que havia deixado por lá. Todavia, ao abaixar-se para pegá-los, deslocou as suas pernas para frente, fazendo realçar toda a musculatura arrebatadora de seus coxões. Suas pernas eram, realmente, muito grossas, denotava-se que o Padre Butler devia tê-las esculpidas em anos de exercícios árduos, exercícios que o fizeram suar, e tudo o que eu estava imaginando ali era como esse homem iria ficar sexy tendo o seu corpo encharcado de suor após vivenciarmos uma fogosa noite de amor...


O celular dele tocou e ele atendeu a ligação.
Afastei-me ligeiramente e abaixei a minha a minha cabeça, num gesto educado de quem não estava interessada em ouvir a sua conversa.
Ah, amigas, porque eu fui fazer isso?! Photobucket
Quando abaixei a minha cabeça, olhei diretamente para os pés de Padre Butler, que eram muito bem tratados e limpos. Mas o que me chamou a atenção foi o tamanho de seus pés: eram enormes, eram lindos pés que davam um acabamento perfeito a todo o conjunto corporal do Padre Butler...

Mas, nesse instante, já com a mente devastada em tantos pensamentos libidinosos, veio à baila a teoria da proporcionalidade e, instintivamente, meus olhos miraram para, como poderei dizer: seu órgão copulador... Photobucket Por baixo daquela bermuda apertada, dava para perceber toda a saúde, o vigor, a virilidade, o esplendor do que se encontrava ali - intocado, isolado do mundo, escondido, talvez clamando por um pouco de liberdade.

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Fechei os olhos e foi como se me transportasse a um sonho: vi e senti nós dois juntinhos, nus, deliciosamente enlaçados, meus lábios grudados nos dele e nossos corpos freneticamente envolvidos na dança ardorosa de um amor suave e indecente...



Não percebi quando o Padre Butler encerrou a ligação, só me lembro dele se aproximar de mim, segurar-me nos ombros e me perguntar se eu estava bem. Respondi que estava bem, mas o forte calor havia me deixado um pouco tonta. Mal sabia ele que a tontura que eu sentia era o louco desejo que se alojava em mim, fazendo-me arder numa devastadora febre de paixão.

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Ainda conversamos um pouco, aliás, ele falou, porque naquela altura eu já não conseguia soltar a minha voz. Para meu espanto e, confesso, alegria pecaminosa, em certo instante notei os olhos gulosos do Padre Butler que pareciam querer ver por baixo da minha blusa levemente decotada. Fiquei sem ação, não sabia se pulava de alegria ou chorava em desespero. Ele ficou ligeiramente corado e, vendo-me ali, estagnada, parada, suando e estremecida com a situação, para nós dois bastante embaraçosa, Padre Butler disse que precisava ir tomar um banho para se preparar a próxima missa, que seria celebrada em meia-hora.Photobucket Claro que imaginei que um banho com ele seria algo extremamente prazeroso, seria o início perfeito para saciarmos a volúpia que nossos corpos exigiam.

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Despedi-me, mas antes ele me convidou, respeitosamente, para retornar aos seus aposentados na manhã seguinte, para tomarmos o desjejum juntos e conversarmos mais um pouco...


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Amigas... eu lhes perguntou: o que eu devo fazer???

- Devo aceitar o convite e ir aos aposentos dele:
será que conseguirei manter-me afastada do seu corpo tão vigoroso e cheio de energia?
?
- Ou devo, então, me afastar, um pouco, do Padre Butler,
dando uma desculpa convincente?
?
- ou seria melhor eu confessar todos os meus pensamentos impuros?!!

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Não sei não...
Mas, com certeza, de hoje em diante,
eu serei conhecida como a mais fervorosa
Beatinha do Padre Butler...

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Vocês entendem, agora, porque o meu destino é pecar? Photobucket

Quem me livrará dessa concupiscência?

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Em tempo:
Amigas, espero que não se sintam ofendidas com o post,
pois o intuito foi unicamente trazer
um pouquinho de animação a nossas vidas... Photobucket


Só para esclarecer: não tenho fantasias com padres!!! Photobucket

Padre, pra mim, pertence a Deus e com Deus não quero problemas,
já tenho muitos abacaxis pra descascar, por isso passo longe dos pepinos...

Repito em alto e bom som - lugar de:
- de padre é na igreja,
- de homem casado é com a esposa,
- e do Gerry é ao meu lado (em cima, em baixo...) Photobucket

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Mas o Padre Butler....affffffffffffffffff

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Ai... ai... Padre Butler... meu “jardim” tá tão fraquinho,
tá precisando ser “regado e adubado”...
Aliás, vem “rezar uma missa” aqui em casa,
que estou urgentemente necessitando receber a sua “benção”...


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Mil e um beijinhos, recheadinhos de carinho,
da
♥Lucy♥

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